Ramiro Barcelos
Ramiro Fortes de Barcelos (Cachoeira do Sul, 23 de agosto de 1851 — 28 de janeiro de 1916) foi um político, escritor, jornalista, médico, professor e industrial brasileiro.
Filho de Vicente Loreto de Barcells e de Joaquina Idalina Pereira Fortes (irmã do Barão de Viamão), Ramiro cursou o secundário na Escola Escola Pública de Cachoeira do Sul, vindo a concluir o curso em Porto Alegre.
Cursou a Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro. Exerceu os cargos públicos de ministro plenipotenciário no Uruguai, secretário da Fazenda, procurador do estado do Rio Grande do Sul no Rio de Janeiro e superintendente das Obras da Barra de Rio Grande.
Exerceu os mandatos de deputado provincial nos períodos de 1877 a 1878, 1879 a 1880 e 1881 a 1882; elegeu-se senador da República pelo Rio Grande do Sul de 1890 a 1899 e de 1900 a 1906. Criou em 1902, como Senador, a moeda Cruzeiro, que só veio a ser adotada na década de 40, no governo de Getúlio Vargas.
O que mais literáriamente notabilizou Ramiro, foi um poemeto campestre, hoje considerada uma jóia da literatura gauchesca, elaborado entre 1910 e 1915, quando, numa briga política contra seu primo Antônio Augusto Borges de Medeiros (1863-1961), então presidente do estado, ali retratado como Antonio Chimango.
Em poemas satíricos, Ramiro os editou sob o pseudônimo de Amaro Juvenal.
Renault Trucks
A Renault Trucks constitui a segunda empresa do Grupo Volvo, cuja dinâmica de actividade camião assenta no desenvolvimento específico de três marcas de referência no mercado mundial : Renault, Volvo e Mack.
A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos rio
uma presença nos cinco continentes
A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos, assim como a produção de componentes, são realizadas em França e em japao
Kikyou
é uma personagem da série InuYasha. É uma sacerdotisa (miko) que foi encarregada de vigiar a Jóia de Quatro almas (Shikon no Tama). Porém por conta de uma armadilha de Naraku faleceu, até que 50 anos depois foi ressuscitada com barro e seus ossos pela bruxa Urasue. Tem como irmã Kaede. No Brasil foi dublada por Letícia Quinto, com uma voz mais adulta.
Conheceram-se como inimigos e se apaixonaram. Os dois descobriram uma nova vida um no outro, vida que eles acreditavam ser impossível para pessoas nas posições deles. Planejaram abandonar suas antigas vidas e começar uma outra, juntos. Sonho que foi interrompido por Naraku: vilão especialista em usar das fraquezas das pessoas como artimanhas para suas maldades, soube explorar muito bem a linha tênue existente entre o amor e o ódio. Fez com que os dois se odiassem. Kikyou, por ser humana, sentiu esse sentimento com mais intensidade que Inuyasha, logo sua resposta à suposta traição de seu amado foi mais intensa: o lacrou pela eternidade e escolheu morrer em seguida. O típico crime passional.
Rumiko Takahashi explora no trágico relacionamento de Kikyou e Inuyasha os papéis masculinos e femininos numa sociedade com poucas mudanças sociais; uma educação que impunha papéis bem específicos. Exemplificando, o amor de Kikyou e Inuyasha é, apesar de belo, impossível, uma representação de tudo o que é difícil num relacionamento entre um homem e uma mulher. São opostos fisicamente (meio-youkai e sacerdotisa: inimigos históricos) e psicologicamente (Inuyasha é ainda muito infantil enquanto Kikyou é uma mulher madura, segura de si e de seu papel na sociedade).
De início, Kikyou protegia a Jóia de Quatro almas de todos os demônios que queriam pegá-la para aumentar seu poder. Tais youkais eram obra da sacerdotisa Tsubaki, a qual amaldiçou Kikyou. Logo ela conhece InuYasha, um ser metade humano e metade youkai (hanyou) que queria pegar a Jóia para se transformar em um youkai completo. Com o tempo Kikyou se apaixonou por InuYasha.
Um dia InuYasha e Kikyou decidiram reunir-se para dar algo aos dois. Kikyou criou um colar Kotodama, que podia fazer com que InuYasha caia no chão com muita força caso Kikyou diga uma palavra especial. InuYasha lhe trouxe uma espécie de batom (em uma ostra) que era de sua mãe humana. Kikyou se sentiu culpada e não deu o colar. Em uma ocasião, Tsubaki tentou matar Kikyou lançando uma serpente demônio, porém Kikyou devolveu o ataque, jogando-o no olho de Tsubaki, a qual ganhou uma cicatriz ao redor de seu olho de pele de serpente. Desde então o ódio de Tsubaki só aumentou.
Kikyou se encontrava também cuidando de um bandido chamado Onigumo, o qual foi queimado e encontrava-se imobilizado. Kikyou cuidava dele e o alimentava. Com o tempo Onigumo desenvolveu um sentimento especial pela sacerdotisa. Eis que o mesmo deixa-se devorar por uma horda de youkais e se transforma em Naraku.
Naraku desejava ver a Jóia de Quatro almas corrompida e para isso criou uma cilada contra Kikyou e InuYasha. Disfarçando-se de InuYasha Naraku a ataca de surpresa e a fere mortalmente. Em seguida Naraku devolve a jóia ao vilarejo, se disfarça de Kikyou e ataca InuYasha. Ele por sua vez sem entender nada resolve atacar o vilarejo e pegar a jóia, nisso Kikyou, que continuava gravemente ferida, chega e se depara com a cena de InuYasha fugindo com a Jóia de Quatro almas, acreditando que InuYasha sempre a enganara, com suas últimas forças ela o lacra com uma flecha sagrada na árvore, onde ele permanece lacrado por 50 anos, ela pede a sua irmã Kaede que queime seu corpo junto com a jóia, e morre logo em seguida.
Cinquenta anos se passaram. Uma jovem chamada Kagome Higurashi vêm do futuro com a Jóia de Quatro almas, e liberta InuYasha. Após juntarem-se com Miroku e Shippou, a bruxa Urasue ressuscita com barro e ossos Kikyou; Inuyasha ajuda, inconscientemente nesse processo, ao chamar o nome “Kikyou” (a alma de Kagome vai para o corpo da sacerdotisa). Ao ressuscitar, Kikyou pergunta furiosa a InuYasha o motivo de tê-la atacado. InuYasha responde que não fez nada com Kikyou, a qual acha que seu antigo amado está mentindo. Mas Kagome consegue, de alguma maneira, tomar a maior parte de sua alma de volta, deixando Kikyou com uma pequena parte. A bruxa Urasue afirma, antes de morrer, que a parte que ficou com Kikyou é apenas ódio do momento de sua morte.
Apesar do ódio de que a própria KIkyou diz sentir por Inuyasha, ela ainda o ama, e não nega isso. Tanto que ela deseja que ele morra também para que eles possam ficar juntos na eternidade, já que no mundo dos vivos isso não é mais possível.
Por seu corpo não ser de carne e osso e não possuir uma alma inteira, ela precisou encontrar maneiras de manter-se nessa segunda vida. A maneira encontrada por ela foi usar insetos carregadores de almas para pegar almas de moças mortas e dar para ela. Dessa maneira, seu corpo continua se movendo normalmente.
Essa Kikyou é bem diferente da antiga. Raramente sorri e permite-se sentir emoções negativas, como ódio, inveja e rancor. Mas com o passar do tempo, ela volta a ser mais parecida com a antiga sacerdotisa por quem Inuyasha se apaixonou. Ela é vista várias vezes ajudando pessoas e deixa de odiar Inuyasha.
Naraku ressuscitou o Exército dos Sete para distrair InuYasha e seus amigos, enquanto ele realizava sua transformação no monte Hakurei. Após a derrota do Exército dos Sete e a destruição do monte Hakurei, Naraku surge, ainda mais poderoso. Desta vez ele retirou de si a essência de Onigumo, que impedia que Naraku matasse Kikyou. Após ser acertada por um golpe de Naraku, ela é derruba no miasma e supostamente morre. Entretanto, Kikyou não morre “de novo”, pois seu corpo feito de terra é resistente e não foi derretido. Mas o miasma que havia entrado dentro do ferimento a derretia de dentro para fora. E Kagome salvou-a por sentir-se obrigada a fazê-lo. Kikyou não a agradeceu por causa disso, dizendo-lhe que ela não a salvou de coração, apesar de ter tido boa vontade. A importância da colocação de Kikyou é dada bem mais adiante na estória.
O miasma injetado por Narak em Kikyou no monte Hakurei nunca saiu de seu corpo por completo, mesmo com a purificação de Kagome. De forma lenta, o miasma voltou a se espalhar pelo seu corpo. Sua situação piorou quando ela ajudou Mirok a se livrar do miasma que o estava matando. Então, em mais uma das armadilhas de Naraku, Kikyou, Inuyasha e Kagome se vêem presos em teias de aranha. Essas teias mostram a eles acontecimentos de 50 anos atrás, com o objetivo de macular seus espíritos. Kikyou, bastante enfraquecida, diz para Kagome que o único jeito de salvá-la seria dar-lhe uma flechada no peito, mas para isso Kagome teria que arrumar um novo arco (já que o da Kikyou havia se quebrado). Kagome, depois de enfrentar muitas dificuldades impostas por ela mesma (daí a importância do que Kikyou disse-lha na primeira vez que Kagome a salvou), consegue o novo arco. Kikyou e Naraku travam uma luta espiritual pelo poder da Jóia de quatro almas. Muito debilitada, ela não consegue purificar a jóia por completo, mas deixa um ponto de luz dentro dela. Kagome atira a flecha em Kikyou, mas já é tarde demais, e não surte efeito. Nos braços de Inuyasha, Kikyou diz que finalmente se sente uma mulher comum. Ao ouvir essas palavras, ele a beija - é o momento que esperam há muito tempo (Kikyou ser livre). Kikyou morre, em paz, nos braços de Inuyasha.
Kouga
é um personagem do anime e mangá InuYasha. Ele levava uma vida tranqüila em seu vilarejo escondido dos youkais lobos, mas com o aparecimento da Jóia de Quatro almas, os youkais aves que eram inimigos deles, mas sempre perdiam o combate, se apossaram de um fragmento e ficaram fortes o bastante para derrotar vários youkais lobos da vila escondida.
Kouga estava tentando encontrar os youkais aves para derrotá-los de uma vez por todas. Mas tinha certeza que seria gravemente ferido ou até mesmo morto na luta. Quando ele viu InuYasha e o grupo lutando com youkais lobos, percebeu que Kagome Higurashi poderia e saberia detectar ou sentir a presença de fragmentos da Jóia.
Com essa nova descoberta, Kouga raptou Kagome para ela detectar os fragmentos da Jóia em um dos youkais aves. O que ele não percebeu é que Shippou tinha seguido eles grudando nas costas de Kouga. InuYasha segue o faro e os cogumelos de emergência de Shippou para encontrar Kagome.
Com Kagome, Kouga parte para a batalha contra os youkais aves. Kagome consegue detectar os fragmentos, eram muitos e muito forte, Kouga não foi capaz de derrotar todos. Mas InuYasha chega e salva todos com a Tetsussaiga.
Depois do confronto entre InuYasha e os youkais aves, InuYasha queria lutar contra Kouga que estava gravemente ferido. Mas Kagome não permite e fica na frente de Kouga, ela explicou que o objetivo de Kouga ter raptado ela era muito importante. Mas como o InuYasha não entende essas coisas ele e Kagome brigaram.
A partir daí, Kouga começa a gostar de Kagome e vai à procura da Jóia de Quatro almas e continua tentando levar Kagome para o lado dele. Ele tem dois fragmentos da Jóia em suas pernas para aumentar sua velocidade.
Pforzheim
Pforzheim é uma cidade no sul da Alemanha no estado de Baden-Württemberg, com 119.000 habitantes. A cidade localiza-se a norte da Floresta Negra, 25 km a este de Karlsruhe e 27 km a oeste de Stuttgart.
Pforzheim é uma cidade independente (Kreisfreie Städte) ou distrito urbano (Stadtkreis), ou seja, possui estatuto de distrito (kreis).
É conhecida como a cidade do ouro (Goldstadt), devido a ter sido durante muito tempo o centro da indústria de jóias e relógios da Alemanha.
Kikyou
é uma personagem da série InuYasha. É uma sacerdotisa (miko) que foi encarregada de vigiar a Jóia de Quatro almas (Shikon no Tama). Porém por conta de uma armadilha de Naraku faleceu, até que 50 anos depois foi ressuscitada com barro e seus ossos pela bruxa Urasue. Tem como irmã Kaede. No Brasil foi dublada por Letícia Quinto, com uma voz mais adulta.
Conheceram-se como inimigos e se apaixonaram. Os dois descobriram uma nova vida um no outro, vida que eles acreditavam ser impossível para pessoas nas posições deles. Planejaram abandonar suas antigas vidas e começar uma outra, juntos. Sonho que foi interrompido por Naraku: vilão especialista em usar das fraquezas das pessoas como artimanhas para suas maldades, soube explorar muito bem a linha tênue existente entre o amor e o ódio. Fez com que os dois se odiassem. Kikyou, por ser humana, sentiu esse sentimento com mais intensidade que Inuyasha, logo sua resposta à suposta traição de seu amado foi mais intensa: o lacrou pela eternidade e escolheu morrer em seguida. O típico crime passional.
Rumiko Takahashi explora no trágico relacionamento de Kikyou e Inuyasha os papéis masculinos e femininos numa sociedade com poucas mudanças sociais; uma educação que impunha papéis bem específicos. Exemplificando, o amor de Kikyou e Inuyasha é, apesar de belo, impossível, uma representação de tudo o que é difícil num relacionamento entre um homem e uma mulher. São opostos fisicamente (meio-youkai e sacerdotisa: inimigos históricos) e psicologicamente (Inuyasha é ainda muito infantil enquanto Kikyou é uma mulher madura, segura de si e de seu papel na sociedade).
De início, Kikyou protegia a Jóia de Quatro almas de todos os demônios que queriam pegá-la para aumentar seu poder. Tais youkais eram obra da sacerdotisa Tsubaki, a qual amaldiçou Kikyou. Logo ela conhece InuYasha, um ser metade humano e metade youkai (hanyou) que queria pegar a Jóia para se transformar em um youkai completo. Com o tempo Kikyou se apaixonou por InuYasha.
Um dia InuYasha e Kikyou decidiram reunir-se para dar algo aos dois. Kikyou criou um colar Kotodama, que podia fazer com que InuYasha caia no chão com muita força caso Kikyou diga uma palavra especial. InuYasha lhe trouxe uma espécie de batom (em uma ostra) que era de sua mãe humana. Kikyou se sentiu culpada e não deu o colar. Em uma ocasião, Tsubaki tentou matar Kikyou lançando uma serpente demônio, porém Kikyou devolveu o ataque, jogando-o no olho de Tsubaki, a qual ganhou uma cicatriz ao redor de seu olho de pele de serpente. Desde então o ódio de Tsubaki só aumentou.
Kikyou se encontrava também cuidando de um bandido chamado Onigumo, o qual foi queimado e encontrava-se imobilizado. Kikyou cuidava dele e o alimentava. Com o tempo Onigumo desenvolveu um sentimento especial pela sacerdotisa. Eis que o mesmo deixa-se devorar por uma horda de youkais e se transforma em Naraku.
Naraku desejava ver a Jóia de Quatro almas corrompida e para isso criou uma cilada contra Kikyou e InuYasha. Disfarçando-se de InuYasha Naraku a ataca de surpresa e a fere mortalmente. Em seguida Naraku devolve a jóia ao vilarejo, se disfarça de Kikyou e ataca InuYasha. Ele por sua vez sem entender nada resolve atacar o vilarejo e pegar a jóia, nisso Kikyou, que continuava gravemente ferida, chega e se depara com a cena de InuYasha fugindo com a Jóia de Quatro almas, acreditando que InuYasha sempre a enganara, com suas últimas forças ela o lacra com uma flecha sagrada na árvore, onde ele permanece lacrado por 50 anos, ela pede a sua irmã Kaede que queime seu corpo junto com a jóia, e morre logo em seguida.
Cinquenta anos se passaram. Uma jovem chamada Kagome Higurashi vêm do futuro com a Jóia de Quatro almas, e liberta InuYasha. Após juntarem-se com Miroku e Shippou, a bruxa Urasue ressuscita com barro e ossos Kikyou; Inuyasha ajuda, inconscientemente nesse processo, ao chamar o nome “Kikyou” (a alma de Kagome vai para o corpo da sacerdotisa). Ao ressuscitar, Kikyou pergunta furiosa a InuYasha o motivo de tê-la atacado. InuYasha responde que não fez nada com Kikyou, a qual acha que seu antigo amado está mentindo. Mas Kagome consegue, de alguma maneira, tomar a maior parte de sua alma de volta, deixando Kikyou com uma pequena parte. A bruxa Urasue afirma, antes de morrer, que a parte que ficou com Kikyou é apenas ódio do momento de sua morte.
Apesar do ódio de que a própria KIkyou diz sentir por Inuyasha, ela ainda o ama, e não nega isso. Tanto que ela deseja que ele morra também para que eles possam ficar juntos na eternidade, já que no mundo dos vivos isso não é mais possível.
Por seu corpo não ser de carne e osso e não possuir uma alma inteira, ela precisou encontrar maneiras de manter-se nessa segunda vida. A maneira encontrada por ela foi usar insetos carregadores de almas para pegar almas de moças mortas e dar para ela. Dessa maneira, seu corpo continua se movendo normalmente.
Essa Kikyou é bem diferente da antiga. Raramente sorri e permite-se sentir emoções negativas, como ódio, inveja e rancor. Mas com o passar do tempo, ela volta a ser mais parecida com a antiga sacerdotisa por quem Inuyasha se apaixonou. Ela é vista várias vezes ajudando pessoas e deixa de odiar Inuyasha.
Naraku ressuscitou o Exército dos Sete para distrair InuYasha e seus amigos, enquanto ele realizava sua transformação no monte Hakurei. Após a derrota do Exército dos Sete e a destruição do monte Hakurei, Naraku surge, ainda mais poderoso. Desta vez ele retirou de si a essência de Onigumo, que impedia que Naraku matasse Kikyou. Após ser acertada por um golpe de Naraku, ela é derruba no miasma e supostamente morre. Entretanto, Kikyou não morre “de novo”, pois seu corpo feito de terra é resistente e não foi derretido. Mas o miasma que havia entrado dentro do ferimento a derretia de dentro para fora. E Kagome salvou-a por sentir-se obrigada a fazê-lo. Kikyou não a agradeceu por causa disso, dizendo-lhe que ela não a salvou de coração, apesar de ter tido boa vontade. A importância da colocação de Kikyou é dada bem mais adiante na estória.
O miasma injetado por Narak em Kikyou no monte Hakurei nunca saiu de seu corpo por completo, mesmo com a purificação de Kagome. De forma lenta, o miasma voltou a se espalhar pelo seu corpo. Sua situação piorou quando ela ajudou Mirok a se livrar do miasma que o estava matando. Então, em mais uma das armadilhas de Naraku, Kikyou, Inuyasha e Kagome se vêem presos em teias de aranha. Essas teias mostram a eles acontecimentos de 50 anos atrás, com o objetivo de macular seus espíritos. Kikyou, bastante enfraquecida, diz para Kagome que o único jeito de salvá-la seria dar-lhe uma flechada no peito, mas para isso Kagome teria que arrumar um novo arco (já que o da Kikyou havia se quebrado). Kagome, depois de enfrentar muitas dificuldades impostas por ela mesma (daí a importância do que Kikyou disse-lha na primeira vez que Kagome a salvou), consegue o novo arco. Kikyou e Naraku travam uma luta espiritual pelo poder da Jóia de quatro almas. Muito debilitada, ela não consegue purificar a jóia por completo, mas deixa um ponto de luz dentro dela. Kagome atira a flecha em Kikyou, mas já é tarde demais, e não surte efeito. Nos braços de Inuyasha, Kikyou diz que finalmente se sente uma mulher comum. Ao ouvir essas palavras, ele a beija - é o momento que esperam há muito tempo (Kikyou ser livre). Kikyou morre, em paz, nos braços de Inuyasha.
O Princípio da Incerteza
O princípio da Incerteza é uma trilogia de romances de Agustina Bessa-Luís. Os três livros são: Jóia de família (2001), A alma dos ricos (2002) e Os espaços em branco (2003).
Os dois primeiros livros foram adaptados ao cinema por Manoel de Oliveira com os títulos O princípio da Incerteza (2002) e Espelho mágico (2005) respectivamente.
Joía de família ganhou o “Grande Prémio de Romance e Novela” da Associação Portuguesa de Escritores
Renault Trucks
A Renault Trucks constitui a segunda empresa do Grupo Volvo, cuja dinâmica de actividade camião assenta no desenvolvimento específico de três marcas de referência no mercado mundial : Renault, Volvo e Mack.
A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos rio
uma presença nos cinco continentes
A Renault Trucks está implantada em mais de 100 países diferentes nos 5 continentes. A concepção e a construção dos veículos, assim como a produção de componentes, são realizadas em França e em japao
Sofia Alves
Sofia Alves (n. Luanda, Angola, 25 de Setembro de 1974) é uma actriz portuguesa.
Passou pelo teatro nas peças O Dia Seguinte, de Luiz Francisco Rebello no Teatro da Trindade; A Educação de Rita, de Willy Russel, encenação de Celso Cleto no Casino Estoril e Socorro! Estou grávida, com o mesmo encenador, interpretando textos de Inês Pedrosa sobre a interrupção voluntária da gravidez.
No cinema participou em Vale Abraão (1993) e A Caixa (1995), de Manoel de Oliveira, tendo trabalhado ainda com João Mário Grilo no filme 605 Forte e com Joaquim Gouveia Um Piscar de Olhos.
Super-Colosso: a Gincana da TV Colosso
Super-Colosso: A gincana da TV Colosso é um filme brasileiro que foi lançado no ano de 1995 baseado no programa “TV Colosso” da Rede Globo. Direção de Luiz Ferré e roteiro de Giba Assis Brasil e Laerte Coutinho.
A turma da TV Colosso decide realizar a gincana Super-Colosso em homenagem ao Dia dos Cachorros. Enquanto isso, Rafael e seu amigo Flávio organizam a exposição Cacheau Rodin, com a escultura do Cão Pensador. Gilmar é encarregado de encontrar o prêmio. E quando ele vê o pôster com a Estátua do Cão Pensador decide usá-lo como troféu.
Enquanto isso, no Museu de Preciosidades, a estátua é roubada pela família Furtado: Afânio, Dona Jóia, Rubi e Furtadinho, e reduzida através do compactador molecular. A família tenta vender a estátua para o mercado próximo à gincana, mas acabam brigando entre si e a estátua cai nas mãos do Gilmar, que se apodera dela.
O pesadelo se realiza, com maior barraco, detonação e um corre-corre muito louco. Mas também há um clima de romance entre Rafael e Alice, produtora do show de Priscila. Esta também parece ter se rendido às investidas de Castilho.
Porém, a família Furtado, temendo a perda da estátua, tenta roubá-la e apela com sua arma secreta de Catchunga para o cão Vira-Lata de Aço.

